O mês de dezembro começou com boas notícias para o Carnaval do Maranhão 2026. Durante encontro realizado no Palácio dos Leões, em São Luís, o Governo do Maranhão anunciou o investimento de R$ 20 milhões destinados aos diversos segmentos das manifestações culturais carnavalescas do estado. O governador Carlos Brandão também confirmou o adiantamento do pagamento dos cachês das agremiações.
Os presidentes e representantes de diversas escolas de samba do Maranhão foram recebidos em uma grande recepção no Palácio dos Leões para discutir estratégias de fortalecimento do carnaval de passarela, um dos maiores símbolos culturais do estado. Participaram do encontro mestres-sala, porta-bandeiras, ritmistas e dirigentes das escolas de samba, além da diretoria da Liga das Escolas de Samba de São Luís (Liesma).
Também foram recebidos representantes de blocos tradicionais, blocos organizados, blocos alternativos de trio, grupos afros, alegorias de rua, grupos de tambor de crioula, tribos de índio, entre outros que irão integrar a programação oficial do Carnaval 2026.
O governador Carlos Brandão destacou que o encontro reforça a estratégia adotada pelo Governo do Maranhão, em 2024, de antecipação do pagamento dos cachês às escolas de samba, garantindo que os grupos possam se preparar com antecedência para a temporada carnavalesca.
“Ano passado abrimos o Palácio dos Leões pela primeira vez, e esta é a segunda vez, para recebermos as escolas de samba. Só que este ano resolvemos ampliar e receber as mais variadas agremiações. A decisão de pagar antecipado o cachê é importante para que as escolas possam comprar seus materiais e comecem a se preparar. Há muitos anos, as pessoas recebiam depois do Carnaval, mas, no nosso governo, estamos adotando uma nova medida para que as escolas recebam antecipadamente. A partir de hoje, as escolas vão receber R$ 7 milhões para começarem a se organizar e fazermos o carnaval mais querido da história do Maranhão”, afirmou.
Segundo o secretário de Estado da Cultura, Yuri Arruda, a medida reforça o compromisso do Governo do Maranhão com a preservação das manifestações populares, garantindo que as escolas e grupos carnavalescos possam planejar seus desfiles com antecedência, qualidade e segurança, além de fomentar toda a cadeia produtiva do Carnaval.
“Esse é um momento muito importante. Estamos fazendo esse investimento junto com o governador Brandão: serão R$ 20 milhões injetados na economia do estado, diretamente para a classe cultural. Um momento histórico! Hoje, o governador, pela primeira vez, está recebendo todos os segmentos dentro do Palácio dos Leões. Isso nunca aconteceu antes. Tenho certeza de que o Carnaval 2026 será um grande sucesso”, ressaltou o secretário.
O presidente da Liesma, Itamilson Pereira, destacou que a iniciativa fortalece a cadeia produtiva do Carnaval e reconhece o valor cultural das agremiações. “Quando vemos o Maranhão fazer esse carnaval e valorizar a cultura popular, precisamos agradecer, porque existe estados em que a cultura popular tem perdido espaço por falta de sensibilidade política. É preciso entender que os dois mundos podem caminhar juntos: a cultura de massa e a cultura popular. No governo Brandão, vemos a cada ano uma preocupação maior com o aumento dos cachês. Isso é valorização, é o que mantém a cultura popular viva e salvaguardada”.
R$ 20 milhões em investimentos
Para 2025, serão destinados R$ 7.646.000,00 ao adiantamento dos cachês. No total, o Estado vai investir R$ 20 milhões no fortalecimento e estímulo aos grupos carnavalescos. O valor do adiantamento varia conforme o tipo de manifestação.
Outra novidade para o Carnaval 2026 consiste no fato de que o Governo do Estado irá premiar os cinco primeiros lugares das escolas de samba, blocos organizados e blocos tradicionais (grupos A e B), campeões oficiais do carnaval maranhense. Os valores variam entre:
R$ 100 mil – escola de samba campeã
R$ 50 mil – bloco tradicional campeão do grupo A
R$ 30 mil – bloco tradicional campeão do grupo B
R$ 30 mil – bloco organizado campeão
A iniciativa busca não apenas promover um espetáculo grandioso em 2026, mas também movimentar a economia criativa do estado, gerando emprego, renda e atraindo turistas. O Governo do Maranhão reafirma seu compromisso com a preservação e o fortalecimento da cultura popular, consolidando o Carnaval como um dos maiores patrimônios do povo maranhense.
Agência Assembleia / Fotos: Wesley Ramos e Miguel Viegas
A Assembleia Legislativa do Maranhão realizou, nesta sexta-feira (28), no Plenário Nagib Haickel, Sessão Solene para entrega da Medalha do Mérito Legislativo Negro Cosme a 11 personalidades da comunidade negra maranhense de destacada e relevante atuação na luta antirracista. A honraria é concedida a pessoas que se destacam na luta antirracista, na defesa dos direitos humanos, na promoção da justiça social e na preservação da cultura afro-maranhense.
Os autores da proposição de concessão da honraria foram a presidente da Alema, Iracema Vale (PSB) com os deputados Antônio Pereira (PSB), Davi Brandão (PSB), Osmar Filho (PDT), Florêncio Neto (PSB), Adelmo Soares (PSB), Daniella (PSB), Dra.Helena Duailibe (PP) e Ana do Gás (PCdoB).
Foram agraciados: o ex-vereador de São Luís, advogado e professor Antônio de Lisboa Machado Filho; a ativista Pureza Lopes Loyola; a professora Josefa Melo e Sousa Bentivi Andrade; Almerice da Silva Santos (Dona Teté – in memoriam); a desembargadora Oriana Gomes de Jesus Mendonça; a desembargadora Ângela Maria Moraes Salazar; o desembargador Raimundo Nonato Neris Ferreira; o bispo da Diocese de Brejo, Dom José Valdeci Santos Mendes; o ex-deputado, prefeito de Bacabal e presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (FAMEM), José Roberto Costa Santos; a ex-vereadora de Penalva e militante do movimento negro, Maria Nice Machado Costa (Dona Nice) e a antropóloga Maria de Lourdes Siqueira.
A presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, demonstrou, durante a abertura da sessão solene, toda a sua felicidade e emoção em prestar essa justa homenagem às personalidades de destaque da comunidade negra maranhense. “Este momento é muito importante para demonstrarmos à sociedade a importância do povo negro e que somos todos irmãos. Hoje, homenageamos pessoas que lutam para que a plenitude dos direitos não seja um privilégio, mas regra; não seja promessa, mas realidade; não seja futuro, mas presente e o agora. As entregar essa medalha, o Parlamento Maranhense afirma que essa igualdade não será adiada, que a dignidade não será condicionada e que a cidadania não terá entrave”, afirmou a presidente da Assembleia de forma contundente.
Agradecimentos
Muito emocionados, José Roberto Costa Santos, Ângela Maria Moraes Salazar e Oriana Gomes de Jesus Mendonça falaram e agradeceram à Assembleia em nome dos demais agraciados.
“Essa comenda representa um sentimento de luta e de resistência. Estamos homenageando pessoas que, com muita resistência, conseguiram superar a barreira do racismo estrutural brasileiro. Nossa responsabilidade, agora, passa a ser muito maior. Precisamos seguir lutando contra o racismo e sem esquecer nossas origens”, frisou Roberto Costa.
“Este é um momento muito importante para a história do povo negro maranhense. Cada um de nós carrega uma história de luta e de resistência. Precisamos unir forças para desmantelar esse racismo estrutural e cruel que existe em nossa sociedade. Não é “mimimi” e nem vitimização é, simplesmente, realidade. Conclamo o Parlamento Maranhense a elaborar e implementar políticas públicas capazes de garantir os direitos do povo preto”, ressaltou a desembargadora Ângela Salazar.
“Não devemos abrir mão de nossos valores, de nossas crenças e de nossos direitos. A luta contra o racismo na sociedade brasileira é uma luta de todo momento. Para chegar aonde chegamos, foi preciso muita resistência. É preciso continuar a luta contra o racismo estrutural”, destacou a desembargadora Oriana Gomes.
A solenidade desta sexta-feira reafirma o compromisso da Assembleia Legislativa com a valorização de trajetórias que fortalecem as lutas antirracistas, preservam tradições afro-maranhenses, ampliam direitos e constroem um Maranhão mais justo, plural e democrático.
Prestigiaram o evento, os deputados Wellington do Curso, Davi Brandão (PSB), Fred Maia (PP), Ana do Gás (PCdoB) e Helena Duailibe (PP). Compareceram, também, ao ato solene, dentre outras autoridades, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA), desembargador Paulo Velten; a secretária de Estado de Igualdade Racial, Célia Salazar; a vice-presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), a juíza Suely Feitosa; a ex-deputada estadual Helena Barros Heluy; familiares e convidados dos homenageados.
Os homenageados
Antônio de Lisboa Machado Filho (Professor Lisboa) tem sólida trajetória no Direito e passagem pela Câmara Municipal de São Luís. Lisboa é reconhecido pela atuação ética, pela defesa do Estado Democrático de Direito e pelo compromisso com as causas sociais.
A ativista Pureza Lopes Loyola é símbolo internacional do combate ao trabalho escravo contemporâneo. Sua história, marcada pela busca incansável pelo filho desaparecido no Pará, na década de 1990, resultou na denúncia de redes de exploração e rendeu-lhe prêmios internacionais, como o Anti-Slavery Award e o Herói no Combate ao Tráfico de Pessoas, dos Estados Unidos. Sua trajetória inspirou o filme Pureza (2022), protagonizado por Dira Paes.
A professora e pesquisadora Josefa Melo e Sousa BentiviAndrade, pró-reitora de Extensão e Cultura da UFMA, é referência nos estudos sobre comunicação e instituições jornalísticas. Ela atua em ações que aproximam a universidade da comunidade e preside o Conselho Curador da Fundação Sousândrade.
Almerice da Silva Santos (Dona Teté) – in memoriam, foi representada por sua bisneta Layna Santos. Nascida em 1924, Dona Teté tornou-se ícone da cultura popular maranhense ao revolucionar o cacuriá e influenciar gerações de artistas. Criadora do tradicional Cacuriá de Dona Teté, faleceu em 2011 e deixou vasto legado musical e cultural, mantendo viva a tradição das ladainhas, do tambor e das festividades do Divino Espírito Santo.
A desembargadora Oriana Gomes tem trajetória reconhecida no Judiciário maranhense. Graduada em Pedagogia e Direito, atuou como promotora, juíza e, mais recentemente, como desembargadora do TJMA, onde se destacou pela produtividade e dedicação. Recebeu diversas honrarias por sua contribuição à Justiça e ao ensino jurídico no estado. Aposentou-se neste ano.
A desembargadora Ângela Maria Moraes Salazar tem uma trajetória marcada por pautas como combate à violência contra a mulher, equidade racial e promoção da democracia, Ângela presidiu o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA) e tornou-se referência nacional em debates sobre direitos humanos.
O bispo da Diocese de Brejo, Dom José Valdeci Santos Mendes, que foi representado pelo Padre Jame, é reconhecido pela atuação pastoral e social. Bispo de Brejo desde 2010, presidiu a Comissão para a Ação Sociotransformadora da CNBB e contribuiu para mobilizações nacionais em prol dos
José Roberto Costa tem atuação destacada na política estadual, especialmente na defesa de políticas sociais, no esporte e na juventude. Exerceu cinco mandatos de deputado estadual. Hoje é prefeito de Bacabal e preside a Federação Maranhense dos Municípios (FAMEM).
A líder quilombola e extrativista Maria Nice Costa Machado (Dona Nice) é uma das principais articuladoras da luta das quebradeiras de coco babaçu. Cofundadora do MIQCB, tem mais de 40 anos de atuação na defesa dos territórios tradicionais, da floresta e dos direitos das mulheres negras.
A antropóloga Maria de Lourdes Siqueira (professora Lourdinha) nasceu no quilombo Matões dos Moreira. É referência mundial em antropologia afro-brasileira, com vasta produção intelectual sobre ancestralidade, identidade, educação e direitos quilombolas.
O Governo do Maranhão anuncia nesta segunda-feira (1°) um pacote de incentivos financeiros para valorizar as manifestações culturais carnavalescas já pensando no Carnaval 2026.
Na reunião marcada com representantes de escolas de samba, blocos tradicionais, blocos organizados, grupos afros, tribos de índio, blocos alternativos de trio, tambor de crioula e alegorias de rua, o governador Carlos Brandão oficializará o adiantamento dos cachês dos grupos que participarão da próxima temporada.
A antecipação será de R$ 7.646.000 com a finalidade de garantir planejamento e segurança para as agremiações. E, no total, o investimento estadual será de R$ 20 milhões para incentivar e estruturar toda a cadeia produtiva do Carnaval.
O encontro marca o início da construção do Carnaval 2026. Também será incluída a nova premiação para os campeões oficiais da temporada: R$ 100 mil para a escola de samba campeã; R$ 50 mil para o bloco tradicional campeão do Grupo A; R$ 30 mil para o campeão do Grupo B e R$ 30 mil para o bloco organizado campeão.
SERVIÇO:
O quê: Anúncio de investimento e adiantamento dos cachês para o Carnaval 2026
Quando: Segunda-feira, 1°de dezembro, às 17h
Onde: Palácio dos Leões – Praça Dom Pedro II, Centro Histórico de São Luís.
O mês de dezembro chega com boas notícias para o Carnaval do Maranhão 2026. Na próxima segunda-feira, dia 1º, o governador Carlos Brandão fará uma reunião com os diversos segmentos de manifestações culturais carnavalescas e oficializará o adiantamento do pagamento dos cachês destinados às escolas de samba, blocos tradicionais, blocos organizados, blocos alternativos de trio, grupos afros, alegoria de rua, grupo de tambor de crioula e tribos de Índio.
Para o adiantamento está previsto o montante de R$ 7.646.000. No total, o Estado vai investir R$20 milhões para fortalecimento e incremento dos grupos deste segmento. O montante do adiantamento varia de acordo com o tipo de manifestação carnavalesca.
O encontro marca o pontapé inicial para a construção do Carnaval 2026 e trará boas novas para o setor cultural.
Além disso, outra novidade para o Carnaval 2026 consiste na premiação proporcionada pelo Governo do Estado aos cinco primeiros lugares das escolas de samba, blocos organizados e blocos tradicionais grupos A e B, campeões oficiais do carnaval maranhense 2026.
Os valores são de R$ 100 mil para a escola de samba campeã; R$ 50 mil para o bloco tradicional campeão do grupo A; R$ 30 mil para o bloco tradicional campeão do grupo B; e R$ 30 mil para o bloco organizado campeão.
Todas essas medidas reforçam o compromisso do Governo do Maranhão com a preservação das manifestações populares, garantindo que as escolas e grupos carnavalescos possam planejar seus desfiles com antecedência, qualidade e segurança, além de fomentar toda a cadeia produtiva do Carnaval.
A reunião será no Palácio dos Leões, a partir das 17h, na Praça Dom Pedro II.
Premiação Escolas de samba
1º 100 mil
2º 90 mil
3º 80 mil
4º 70 mil
5º 60 mil
Bloco Tradicional A
1º 50 mil
2º 40 mil
3º 30 mil
4º 20 mil
5º 10 mil
Bloco Tradicional B
1º 30 mil
2º 20 mil
3º 15 mil
4º 10 mil
5º 5 mil
Bloco Organizado
1º 30 mil
2º 20 mil
3º 15 mil
4º 10 mil
5º 5 mil
Serviço O quê: Anúncio de investimentos para o Carnaval 2026 Quando: 1º de dezembro, às 17h Onde: Palácio dos Leões (Centro Histórico).
– Na primeira semana do evento, governador Carlos Brandão participou de conferências no centro das negociações da cúpula do clima (Foto: Divulgação)
Os olhos do mundo se voltaram para o Brasil nesta semana com o início da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), na segunda-feira (10). E o Maranhão esteve presente nos debates realizados nas zonas Azul e Verde da conferência, apresentando iniciativas reconhecidas nacional e internacionalmente por seus impactos positivos na agenda ambiental, além de captar recursos para novos investimentos na área. Na próxima semana, o estado segue com as discussões, firmando acordos e debatendo soluções para mitigar os impactos climáticos.
Chefiada pelo governador Carlos Brandão, a comitiva maranhense na COP30 apresentou os programas Floresta Viva, Terra para Elas, Pacto pela Paz, Maranhão Sem Queimadas e lançou o Bolsa Agente Ambiental Comunitário.
O governador Carlos Brandão fez um balanço positivo da primeira semana de trabalhos na COP30, durante a qual o Governo do Estado garantiu mais de R$ 900 milhões em investimentos para programas voltados para a preservação do meio ambiente e a geração de emprego e renda atrelados ao desenvolvimento sustentável.
“Durante a primeira semana de COP30, apresentamos as diversas iniciativas do Governo do Maranhão para a preservação ambiental. São programas premiados nacionalmente, como o Pacto pela Paz, e internacionalmente, como o Terra para Elas. Também apresentamos o Floresta Viva. São programas que têm garantido resultados práticos e transformado a vida da nossa população. Também lançamos iniciativas novas, como o Bolsa Agente Ambiental Comunitário, para reforçar este trabalho. Todos os nossos programas foram muito bem recebidos e avaliados, e o resultado é que já garantimos R$ 900 milhões em recursos nacionais e internacionais para novos investimentos na preservação do meio ambiente no Maranhão”, pontuou Brandão.
Novas iniciativas de preservação ambiental
Lançado durante o primeiro dia de COP30, o Bolsa Agente Ambiental Comunitário vai beneficiar comunidades tradicionais e povos originários com a concessão de 5 mil bolsas mensais, no valor de R$ 300,00. Além disso, os beneficiários que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica vão ser qualificados, reconhecendo-os como agentes provedores de serviços e valorizando seus saberes e práticas de manejo, fortalecendo práticas sustentáveis, reduzindo o desmatamento e queimadas, restaurando áreas degradadas e promovendo educação ambiental.
Outra novidade da agenda ambiental do Maranhão, apresentada já no primeiro dia de COP30, foi o anúncio da implantação de três novos parques ecológicos no estado: os parques estaduais de São Mateus, Pastos Bons e Colinas, além do Complexo Ecológico de Atins. Com isso, o governo amplia as áreas de preservação e proteção ambiental em território maranhense.
Recuperação de áreas degradadas
Os novos parques e programas serão coordenados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), que também é a responsável pelo Floresta Viva Maranhão, outra iniciativa apresentada na COP30 como exemplo bem-sucedido de recuperação de áreas degradadas.
“Esta foi uma semana muito positiva para o Governo do Maranhão na COP30. A gestão chegou à conferência com programas estruturados e robustos, que já alcançaram resultados práticos e efetivos. Nós mostramos que sabemos fazer. O desafio agora é ampliar estas ações para mais municípios do Maranhão, alcançando um número maior de beneficiários, o que será feito com os novos investimentos já firmados na COP30”, avaliou o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Pedro Chagas.
Lançado no ano passado, no município de São Bento, o Floresta Viva Maranhão é atualmente considerado o maior viveiro público do Brasil, com capacidade de produção de 1 milhão de mudas de plantas, beneficiando diretamente 100 famílias e gerando oportunidades econômicas para a comunidade local.
Em pouco mais de um ano, o programa já alcançou resultados expressivos, como a venda de 48 mil mudas, resultando em uma receita de R$ 200 mil. Atualmente, está em construção um viveiro em Anajatuba, com previsão de produzir 130 mil mudas por ciclo, com foco em espécies nativas da Amazônia. O próximo viveiro público será construído na comunidade quilombola Boa Vista, em Rosário.
Regularização fundiária
O Governo do Estado também apresentou o programa Terra para Elas como modelo de um plano regional de regularização fundiária. Lançada em junho deste ano, no Quilombo Boa Vista, em Rosário, a iniciativa pioneira de regularização fundiária é realizada em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), voltada exclusivamente para mulheres rurais, incluindo chefes de família, quebradeiras de coco babaçu, quilombolas, pessoas trans e integrantes da comunidade LGBTQIA+ do campo.
O projeto tem como objetivo assegurar o direito à terra a 2.500 mulheres, promovendo sua autonomia econômica, social e produtiva, além de garantir segurança jurídica e fortalecer a cidadania das beneficiárias.
O Terra para Elas é um braço do Programa Paz no Campo, igualmente voltado para as famílias que vivem na zona rural e que já beneficiou 22 mil famílias, cujos resultados também foram apresentados na COP30, garantindo mais R$ 53 milhões em investimentos do Fundo Amazônia, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
As duas iniciativas são executadas por meio do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma). “O Maranhão voltará para casa com um saldo extremamente positivo na agenda ambiental. Somente com os novos investimentos em parceria com o BNDES, vamos beneficiar mais 20 mil famílias em 20 territórios quilombolas com títulos de terra. Serão 800 mil hectares de terras regularizados, ampliando as ações deste que já é o maior programa de regularização fundiária da história do Maranhão”, informou Anderson Ferreira, presidente do Iterma.
Valorização dos povos tradicionais
O Maranhão também levou para a COP30 uma iniciativa educacional pioneira no Brasil e no mundo: a primeira universidade em território indígena. Unindo saberes tradicionais à estrutura acadêmica, o projeto, coordenado pelo Instituto Tukàn e com apoio do Governo do Estado, é visto como ferramenta estratégica para a preservação da Amazônia.
A criação desse programa inédito representa uma conquista histórica para os povos originários do Maranhão. O polo será implantado no Território Indígena Arariboia, no município de Amarante do Maranhão.
O fortalecimento da agricultura familiar dos povos tradicionais do Maranhão também esteve em pauta na COP30 com a apresentação do Projeto Amazônico de Gestão Sustentável (Pages), que é cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), com recursos de doação da República Federal da Alemanha.
O projeto é gerido pela Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF). “A agricultura familiar é parte da solução para a crise climática global. O Maranhão provou, por meio do Pages, que é possível construir caminhos que conciliem geração de renda, preservação da floresta e segurança alimentar para um futuro mais verde, justo e sustentável para todos os povos da Amazônia e do Brasil”, assinalou o secretário Bira do Pindaré.
O projeto já atua em 37 municípios da região amazônica maranhense, beneficiando 20 mil famílias, com foco especial em mulheres e jovens, incluindo cinco territórios indígenas: Alto Turiaçu, Arariboia, Awá, Carú e Rio Pindaré. Mais de 7.100 hectares de floresta já foram recuperados.
Economia verde
Outros dois importantes avanços para o Maranhão garantidos durante a primeira semana de conferência vieram por meio da assinatura de contrato de cofinanciamento para instalação de cabos submarinos para alta conectividade de dados no estado. O cofinanciamento para a instalação de cabos submarinos foi assinado pelo governo maranhense, por meio da Investe Maranhão, com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).
Desse modo, o Maranhão poderá ter um ramal para utilizar um cabo de alta conectividade que vem da Europa até Fortaleza (CE) e que se estenderá até a Guiana, possibilitando alta conectividade digital.
Outra ação na COP30 que contou com a contribuição direta da Investe Maranhão foi o “Maranhão Verde e Sustentável: bioeconomia e sustentabilidade como princípios para o desenvolvimento inclusivo”.
O presidente da Investe Maranhão, Cauê Aragão, explicou que, ao longo de toda a semana, o estado buscou atrair fundos e parcerias para a transição verde e preservação ambiental, apresentando seu potencial na estruturação de cadeias produtivas sustentáveis, com foco em biocosméticos, biotecnologia, fármacos, alimentos funcionais e crédito de carbono.
“O Maranhão discutiu possibilidades de empreendimentos sustentáveis, desde a transição energética com o gás produzido em Santo Antônio dos Lopes, mas também as oportunidades da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Bacabeira, a questão do Porto do Itaqui em processo de descarbonização e muitas outras oportunidades. Estamos mostrando que o Maranhão tem grandes projetos sustentáveis que defendem o meio ambiente e trazem desenvolvimento para o estado”, relatou Cauê Aragão.
Segunda semana de COP30
A COP30 segue até o dia 21 de novembro. Na próxima semana, as negociações da COP passam a ser feitas por ministros dos países, com condições de fecharem os acordos.
Na Zona Azul, o centro diplomático da conferência, a semana começa com a programação do Dia Brasil-China, que, entre outros pontos, vai debater a transição energética e a cooperação entre os dois países. Na terça-feira (18), serão debatidas estratégias de desenvolvimento territorial na Amazônia, e Brasil e Índia discutem “Clima, cultivos e comunidades: fortalecendo o nexus água–alimento–energia no Sul Global”.
Entre os destaques da programação da quarta-feira (19), estão os debates acerca dos crimes ambientais na Amazônia Brasileira e a mesa-redonda sobre “Bioeconomia amazônica e inclusão: financiar a transformação dos territórios para e com as populações locais”.
Na quinta-feira (20), a pauta inclui “Pecuária sustentável, redução de emissões e recuperação de áreas degradadas na Amazônia Legal” e “O papel dos estados na agenda nacional de restauração”. No último dia de conferência (21), a Zona Azul terá o debate “Adaptação resiliente ao clima na Amazônia costeira”.
Já a semana da Zona Verde terá, entre as discussões, os “Investimentos para a recuperação florestal em Terras Indígenas na Amazônia”. Na terça-feira (18), terá na programação a apresentação do “Diagnóstico – Assistência técnica e segurança alimentar e nutricional na Amazônia Brasileira”.
A quarta-feira (19) será toda voltada para debates sobre segurança alimentar, nutricional e produção sustentável na Amazônia. Na quinta-feira (20), as discussões se voltam para o desenvolvimento e financiamento das cadeias produtivas da região.
Encerrando a conferência, na sexta-feira (21), a Zona Verde terá o “Jogo Educativo: Curupira e a Amazônia do futuro.
– Passageiros do SH Vega desembarcam no Porto do Itaqui (Foto: Divulgação)
O Porto do Itaqui voltou a receber um navio de cruzeiro após quase uma década. A escala do SH Vega, da companhia suíça Swan Hellenic, ocorreu no último sábado (25) e reforçou o potencial do Itaqui como porta de entrada para o turismo marítimo e internacional. A chegada da embarcação, que atracou às 4h e desatracou às 19h, também evidenciou a eficiência operacional e a infraestrutura moderna do porto em atender diferentes tipos de navios.
Com 110 metros de comprimento, 7 decks e 10 mil toneladas de arqueação bruta, o SH Vega trouxe a bordo 61 passageiros e 112 tripulantes de diversas nacionalidades. Durante a passagem pelo estado, parte dos turistas participou de um City Tour por São Luís, enquanto outros 15 foram para Santo Amaro, na região dos Lençóis Maranhenses, um dos principais destinos de turismo ecológico do país.
“O nosso porto é conhecido, principalmente, pelos recordes em movimentação de cargas. Porém, hoje, atingimos mais um marco histórico ao receber o SH Vega. Depois de uma década, o Maranhão recebe turistas estrangeiros, vindos pelo modal transporte aquaviário. É o Porto do Itaqui fortalecendo sua relação porto-cidade e fazendo parte desse planejamento estratégico do estado do Maranhão ao potencializar a nossa riqueza turística”, destacou o assessor especial de assuntos estratégicos do Porto do Itaqui, Ítalo Ribeiro.
A escala integrou o roteiro internacional do cruzeiro, que partiu de Belém e seguiu para Fortaleza, Recife, Salvador e Balneário Camboriú. O Porto do Itaqui foi escolhido como ponto estratégico por reunir condições técnicas seguras, eficiência no atendimento e localização privilegiada, que conectam o Maranhão às principais rotas marítimas do mundo.
O retorno de uma embarcação de cruzeiro ao Itaqui registrou um novo momento para o turismo e para a economia do estado. A última escala de cruzeiro ocorreu em 19 de março de 2016, quando o navio francês Le Lyrial trouxe cerca de 200 turistas franceses a São Luís. Além desse registro, o Porto do Itaqui recebeu, em março de 2015, o navio Europa 2, de bandeira alemã. Na oportunidade, 150 passageiros tiveram a oportunidade de conhecer um pouco de São Luís antes de seguir viagem rumo à Guiana Francesa.
POLITICA: Uma pesquisa da Quaest apontou que 71% dos maranhenses aprovam o governo de Carlos Brandão (sem partido), um aumento de nove pontos percentuais em relação ao último levantamento realizado pelo instituto no estado, em abril. A gestão do governador foi desaprovada por 23% — contra 31% de seis meses atrás. Outros 6% não souberam ou não responderam.
O levantamento foi contratado pela TV Mirante, afiliada da Globo no Maranhão, e será divulgado pela emissora logo mais. A Quaest reuniu 1.404 pessoas, de 15 a 20 de outubro, em 66 municípios do estado.
Ex-vice-governador de Flávio Dino, Brandão rompeu com o grupo político do ministro do STF e é aliado de Lula. Ele deixou o PSB no mês passado, depois que o comando do partido no estado foi cedido à senadora Ana Paula Lobato, ex-suplente de Dino.
O governo foi aprovado por 79% dos entrevistados que se identificaram como lulistas. E teve 63% de aprovação entre os autodeclarados bolsonaristas.
O governador Carlos Brandão anunciou a realização do Festival Ilha do Reggae, nos dias 22 e 23 de novembro, na Arena Jamaica Brasileira (Passarela do Samba – Anel Viário), em São Luís. O evento, que será aberto ao público, promete ser um dos maiores encontros de cultura e música do país, celebrando a força do reggae maranhense e reforçando o compromisso do governo do Maranhão com a valorização da cultura e da identidade afrodescendente.
O festival, fruto de parceria entre governo e iniciativa privada, reunirá grandes atrações internacionais, nacionais e maranhenses, consolidando São Luís como referência mundial do ritmo jamaicano. Entre os nomes confirmados estão Burning Spear, Israel Vibration, Ky-Mani Marley, Tribo de Jah, Edson Gomes, Planta e Raiz, Maneva, Ponto de Equilíbrio, além de talentos locais como Célia Sampaio, Núbia, Orquestra Maranhense de Reggae, entre outros.
“O Maranhão tem o reggae no coração. Somos conhecidos mundialmente pela nossa conexão com a Jamaica e pela força cultural do nosso povo. Esse festival é mais que um evento musical, é uma celebração da nossa identidade, da paz, do amor e da resistência que o reggae representa, reforçando a proximidade das duas nações nos últimos anos”, afirmou o governador Carlos Brandão.
O secretário de Estado da Cultura, Yuri Arruda, também comentou sobre as expectativas para o evento. “Nos últimos anos, a gestão do governador Carlos Brandão tem se destacado pelo fortalecimento da nossa cultura, com grandes atrações e festas que são sucesso de público. Com o Festival Ilha do Reggae não será diferente, com impacto cultural muito positivo para o Maranhão”, finalizou.
O anúncio do festival também reforça o compromisso assumido em agosto de 2024, durante a visita oficial do ministro do Turismo da Jamaica, Edmund Bartlett, a São Luís, ocasião em que foi assinado um memorando de entendimento entre Brasil e Jamaica, com foco no turismo sustentável e no fortalecimento do intercâmbio cultural entre as duas nações. A visita contou ainda com a presença do ministro do Turismo do Brasil, Celso Sabino, e marcou um novo capítulo nas relações culturais e turísticas entre os países.
Na ocasião, as autoridades brasileiras e jamaicanas estiveram no Museu do Reggae, na Rua da Estrela, onde um grande acervo remonta a história da chegada do ritmo no estado, homenageando os grandes DJs do cenário regueiro e os principais espaços que popularizaram o estilo no Maranhão.
Com uma programação que une diferentes gerações e estilos, o Festival Ilha do Reggae promete dois dias de muita música, dança, cultura e integração, reafirmando São Luís como a capital brasileira do reggae e ponto de encontro entre o Maranhão e o mundo.
Atrações confirmadas:
Dezarie, Israel Vibration, Ponto de Equilíbrio, Planta e Raiz, Burning Spear, Ky-Mani Marley, Edson Gomes, Maneva, Tribo de Jah, Célia Sampaio, Núbia, Radiola Estrela do Som e Radiola Itamaraty, Orquestra Maranhense de Reggae, George Gomes, Banda Guetos, Emanuelle Paz, Filhos de Jah, Raiz Tribal, Barba Branca, Capital Roots, Ronnie Green, Honey Boy, Sly Foxx e Norris Cole.
– Governo do Maranhão anuncia Festival Ilha do Reggae (Foto: Divulgação)
O governador Carlos Brandão anunciou a realização do Festival Ilha do Reggae, nos dias 22 e 23 de novembro, na Arena Jamaica Brasileira (Passarela do Samba – Anel Viário), em São Luís. O evento, que será aberto ao público, promete ser um dos maiores encontros de cultura e música do país, celebrando a força do reggae maranhense e reforçando o compromisso do governo do Maranhão com a valorização da cultura e da identidade afrodescendente.
O festival, fruto de parceria entre Governo e iniciativa privada, reunirá grandes atrações internacionais, nacionais e maranhenses, consolidando São Luís como referência mundial do ritmo jamaicano. Entre os nomes confirmados estão Burning Spear, Israel Vibration, Ky-Mani Marley, Tribo de Jah, Edson Gomes, Planta e Raiz, Maneva, Ponto de Equilíbrio, além de talentos locais como Célia Sampaio, Núbia, Orquestra Maranhense de Reggae, entre outros.
“O Maranhão tem o reggae no coração. Somos conhecidos mundialmente pela nossa conexão com a Jamaica e pela força cultural do nosso povo. Esse festival é mais que um evento musical, é uma celebração da nossa identidade, da paz, do amor e da resistência que o reggae representa, reforçando a proximidade das duas nações nos últimos anos”, afirmou o governador Carlos Brandão.
O secretário de Estado da Cultura, Yuri Arruda, também comentou sobre as expectativas para o evento. “Nos últimos anos, a gestão do governador Carlos Brandão tem se destacado pelo fortalecimento da nossa cultura, com grandes atrações e festas que são sucesso de público. Com o Festival Ilha do Reggae não será diferente, com impacto cultural muito positivo para o Maranhão”, finalizou.
O anúncio do festival também reforça o compromisso assumido em agosto de 2024, durante a visita oficial do ministro do Turismo da Jamaica, Edmund Bartlett, a São Luís, ocasião em que foi assinado um memorando de entendimento entre Brasil e Jamaica, com foco no turismo sustentável e no fortalecimento do intercâmbio cultural entre as duas nações. A visita contou ainda com a presença do ministro do Turismo do Brasil, Celso Sabino, e marcou um novo capítulo nas relações culturais e turísticas entre os países.
Na ocasião, as autoridades brasileiras e jamaicanas estiveram no Museu do Reggae, na Rua da Estrela, onde um grande acervo remonta a história da chegada do ritmo no estado, homenageando os grandes DJs da cenário regueiro e os principais espaços que popularizaram o estilo no Maranhão.
Com uma programação que une diferentes gerações e estilos, o Festival Ilha do Reggae promete dois dias de muita música, dança, cultura e integração, reafirmando São Luís como a capital brasileira do reggae e ponto de encontro entre o Maranhão e o mundo.
Atrações confirmadas:
Dezarie, Israel Vibration, Ponto de Equilíbrio, Planta e Raiz, Burning Spear, Ky-Mani Marley, Edson Gomes, Maneva, Tribo de Jah, Célia Sampaio, Núbia, Radiola Estrela do Som e Radiola Itamaraty, Orquestra Maranhense de Reggae, George Gomes, Banda Guetos, Emanuelle Paz, Filhos de Jah, Raiz Tribal, Barba Branca, Capital Roots, Ronnie Green, Honey Boy, Sly Foxx e Norris Cole.
– As apresentações musicais prometem relembrar sucessos da MPB e composições dos artistas locais (Foto: Divulgação)
A Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (SECMA) iniciou, em outubro, o projeto “Pôr do Sol no Forte” no Forte Santo Antônio da Barra, na Ponta d’Areia, em São Luís. A ação prevê apresentações musicais todas as sextas-feiras, a partir das 17h30, como extensão do programa Caminhos da Cultura.
O espaço abriga o Museu das Embarcações e o Museu da Imagem e do Som. A proposta é abrir o local para shows com repertório de artistas maranhenses e convidados.
Em setembro, o Forte recebeu TH Cantor, Jhoie Araújo, Trio Forró Pegado, Milla Camões e Rosa Reis. Nas primeiras semanas de outubro, participaram Rosa de Sharon Baruch e Paula Nordestina. As próximas datas incluem Thaty Estrela, Baré de Casco e Roberto Ricci.
O gestor da Casa, Mauro Enéas Frazão, afirma que a iniciativa vinha sendo planejada há um ano. “A ideia do Pôr do Sol era primeiro abrir mais espaço para artistas maranhenses, para que pudessem ter a oportunidade de mostrar seus trabalhos, dando oportunidade para que tivessem a sua profissão valorizada, principalmente aqueles que vivem somente da arte, somente da música. O foco é a música maranhense, mas também aqui se toca a MPB e até clássicos internacionais. Nós misturamos todos os ritmos, mas dando sempre enfoque à produção cultural aqui do nosso estado”, disse.
Frazão acrescenta que o calendário de atividades busca movimentar os museus com exibições, palestras, lançamentos e shows, incluindo uso da área externa.
Confira a próximas atrações do Pôr do Sol no Forte: